Setor de combustíveis cobra fiscalização rigorosa do próximo governo
O mercado de combustíveis brasileiro estabeleceu como prioridade para o próximo mandato presidencial e para a composição do Congresso a continuidade e a expansão de medidas voltadas à repressão de crimes no setor. A agenda abrange desde o controle de fraudes e adulterações até o enfrentamento implacável à sonegação de tributos e à infiltração do crime organizado.
Combate rigoroso à criminalidade
As lideranças do segmento energético defendem que a atuação conjunta entre o Executivo e o Legislativo federal precisa se intensificar nos próximos anos. A meta principal é sufocar as redes criminosas que operam nos bastidores da distribuição e revenda de produtos derivados de petróleo, garantindo um ambiente de negócios mais seguro e transparente para os consumidores.
Proteção contra adulterações e impostos
Além da segurança pública, o plano estratégico das empresas e distribuidoras foca na preservação da arrecadação pública. O combate à sonegação fiscal é visto como um pilar indispensável para restabelecer a justiça concorrencial, impedindo que companhias irregulares obtenham vantagens desleais à custa da sonegação de tributos federais e estaduais.
As demandas detalhadas pelo setor refletem a urgência de políticas públicas mais duras e coordenadas. Com isso, as entidades esperam que a pauta seja abraçada prioritariamente pelos futuros gestores da nação e pelos parlamentares que assumirem cadeiras em Brasília.
