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Donald Trump diz que Google negou pedido para mudar nome do Oceano Atlântico

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou na quarta-feira (21) que o CEO do Google, Sundar Pichai, rejeitou uma solicitação inusitada para renomear o Oceano Atlântico como “Oceano Americano”. De acordo com o mandatário, a justificativa da gigante de tecnologia foi de que as águas oceânicas banham e abrangem diversas nações, tornando a alteração inviável.

O diálogo sobre a mudança no mapa

O episódio foi contado pelo próprio presidente durante um comício realizado na Carolina do Sul. O chefe do Executivo americano detalhou a conversa que teve com o principal executivo da empresa de tecnologia sobre o projeto cartográfico.

“Eu disse: ‘Sundar, estou pensando no Oceano Atlântico. Você consegue fazer isso?’ ‘Não, não, não, desta vez não vou fazer isso‘”, relatou Trump.

Precedente com o Golfo do México

Apesar da recusa em relação aos oceanos, o governo norte-americano já havia conseguido modificar outras fronteiras digitais nos serviços da empresa. Em janeiro de 2025, o Google Maps atualizou a nomenclatura da região para “Golfo da América” no aplicativo voltado exclusivamente para usuários dos Estados Unidos.

Impacto regional da decisão

Essa modificação anterior aconteceu após o presidente assinar uma ordem executiva determinando a troca no corpo d’água. Contudo, a alteração cartográfica ficou restrita ao território americano, mantendo o nome original de Golfo do México para o restante dos usuários ao redor do planeta.

A recusa inédita evidenciou os limites da influência governamental sobre as plataformas digitais globais, especialmente quando se trata de acidentes geográficos compartilhados internacionalmente por dezenas de países.

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