Stenio Garcia acusa filhas de roubo e cobra Justiça por imóvel
O ator Stenio Garcia usou suas redes sociais para expor publicamente um conflito judicial envolvendo suas filhas, Cássia e Gaya Piovesan, além da mãe delas. Em uma postagem feita em seu perfil oficial, o artista afirmou que está enfrentando dificuldades para recuperar o direito de usufruto de propriedades e declarou publicamente estar sofrendo prejuízos financeiros.
Disputa judicial e histórico de patrimônio
O veterano da televisão relatou que já acionou o poder judiciário há mais de um ano para tentar reaver os seus bens. “Há mais de um ano, tive que entrar na Justiça para reaver o meu direito de usufruto que me foi roubado. Infelizmente, mesmo na Justiça, as minhas filhas e a mãe delas não querem devolver o meu direito.”, declarou o ator.
Durante o desabafo, o artista enfatizou que construiu todo o seu patrimônio por meio de seu próprio esforço ao longo dos anos. Ele mencionou que chegou a fornecer suporte financeiro para empreendimentos voltados às herdeiras, mas pontuou que os negócios não prosperaram no passado.
“Quem trabalhou por toda uma vida fui eu. Elas só trabalharam quando dei três lojas e confecção com máquinas industriais e, mesmo assim, faliram após 10 anos!”, afirmou o famoso.
Imóveis citados pelo artista
O ator detalhou diversos bens que adquiriu ou registrou em nome das filhas ao longo da vida, incluindo uma residência localizada em Friburgo, um apartamento no bairro do Leblon, um sítio situado em Xerém e duas salas comerciais equipadas com garagem em Copacabana.
De acordo com o relato, a casa em Friburgo acabou sendo comercializada com o objetivo de quitar débitos oriundos de um processo judicial ajuizado pela mãe das herdeiras no ano de 1994. Já o apartamento situado no Leblon foi vendido e o montante dividido com a ex-companheira. Além disso, o artista apontou que as filhas continuam recebendo parte dos valores referentes a aluguéis de propriedades compradas com o capital dele.
Cobrança de ordens judiciais e apelo
Entre as reivindicações, o artista mencionou possuir uma fração de 25% de um apartamento localizado na Rua Nascimento Silva, mas lamentou a falta de acesso à sua parte. Ele também cobrou o cumprimento das determinações legais referentes ao usufruto vitalício que possui sobre os bens.
“Já houve ordem judicial para depósito, mas até agora nada”, declarou.
O ator também abordou sua situação financeira atual e fez um apelo público às autoridades competentes por uma solução definitiva para o caso, classificando o cenário como revoltante para uma pessoa idosa.
“É justo eu ter plano de saúde pago pelo meu sogro de 99 anos? Eu não quero nada de ninguém, mas preciso do que é meu de direito”, disse.
“Eu pergunto: isso é justo? Se resguardar de usufruto vitalício não vale de nada perante as leis brasileiras? […] Aguardo que a Justiça faça valer o meu direito. Isso é revoltante demais!”, concluiu.
