Unicesumar expulsa alunos por mensagens de cunho discriminatório em aplicativo
A Unicesumar comunicou a expulsão de estudantes envolvidos na troca de postagens preconceituosas dentro de uma comunidade virtual no aplicativo WhatsApp. A sanção máxima foi oficializada depois que uma sindicância interna, aberta para apurar o episódio, chegou ao fim.
Punições aplicadas conforme a gravidade
Além das expulsões definitivas, a instituição de ensino superior aplicou penalidades de suspensão e advertência a outros discentes, baseando-se no nível de participação de cada um nos atos investigados.
As penalidades foram chanceladas pela reitoria após o relatório final apresentado pela comissão de apuração, que seguiu rigorosamente as normas presentes no regimento acadêmico.
Grupo fora dos canais oficiais
O caso veio a público quando os diálogos com teor ofensivo começaram a circular na internet. Logo no final de outubro, a faculdade se manifestou publicamente pela primeira vez para confirmar a instauração do procedimento investigativo.
Na época, a organização acadêmica esclareceu que a conversa em questão não pertencia à sua rede oficial de comunicação e tampouco possuía qualquer ligação institucional, funcionando por meio de convites entre os membros sem exclusividade de estudantes.
Proteção de dados e suporte psicológico
Por motivos legais ligados ao sigilo e à ética, a entidade educacional optou por preservar as identidades e não revelar a quantidade exata de penalizados em cada categoria de punição.
Ao encerrar o processo, a diretoria reiterou seu repúdio a qualquer forma de preconceito e destacou que o Núcleo de Apoio ao Estudante de Medicina (NAEME) segue com portas abertas para prestar orientações e suporte psicológico aos matriculados.
