UBERLÂNDIA

Cinco vinhos portugueses para fugir do comum e variar as escolhas

Muitos consumidores acabam limitando suas compras habituais de vinhos portugueses aos rótulos tradicionais do Douro e do Alentejo, criando uma zona de conforto na hora de escolher a garrafa ideal. Para quebrar essa rotina, uma nova seleção propõe explorar caminhos alternativos por regiões como Dão, Bairrada, Tejo, Lisboa e Península de Setúbal, apresentando opções com perfis aromáticos distintos e preços acessíveis.

Rótulos tintos para explorar novas regiões

O Cabriz Colheita Selecionada Tinto, produzido pela Global Wines no Dão com as uvas Touriga Nacional, Tinta Roriz e Alfrocheiro, custa entre R$ 80 e R$ 90 e destaca-se pelas frutas vermelhas, notas de geleia e textura sedosa na safra de 2022. Já na Bairrada, o Marquês de Marialva Colheita Selecionada Tinto utiliza a uva Baga em conjunto com Aragonez e Touriga Nacional por um preço médio de R$ 90 a R$ 130, oferecendo aromas de frutas vermelhas maduras, cassis e toques tostados. Fechando o grupo de tintos, o Colossal Reserva Tinto, elaborado pela Casa Santos Lima em Lisboa com um corte de Syrah, Touriga Nacional, Alicante Bouschet e Tinta Roriz, passa oito meses em carvalho e entrega maior concentração por R$ 100 a R$ 120.

Opções de vinhos brancos refrescantes

Para quem prefere a leveza dos vinhos brancos, a Quinta da Alorna, no Tejo, aposta na mistura de Arinto, Fernão Pires e Sauvignon Blanc para criar um rótulo comercializado entre R$ 60 e R$ 90, marcado por aromas de frutas tropicais e acidez equilibrada. Outro destaque é o João Pires Branco, produzido pela José Maria da Fonseca na Península de Setúbal exclusivamente com a uva Moscatel de Setúbal, que custa de R$ 80 a R$ 100 e se distingue pelas notas florais marcantes de flor de laranjeira.

Sugestões de harmonização para a mesa

Cada uma das garrafas selecionadas conta com indicações gastronômicas específicas para valorizar a refeição, como frango assado e massas para o rótulo do Dão, carnes assadas e queijos curados para a Bairrada, peixes grelhados e frutos do mar para os exemplares brancos, e pratos encorpados como costela e ragù para acompanhar a intensidade do tinto de Lisboa.

Apostar em diferentes regiões produtoras é uma excelente alternativa para ampliar o repertório de degustação, permitindo descobrir novas facetas da viticultura portuguesa sem precisar gastar uma fortuna.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *